A força de Dilma é a força da esperança

23/01/2012

Blog Tijolaço por Fernando Brito

Ela teve contra si a natural desorganização de início de governo, uma alota da inflação que seus adversários brandiram como sinal do caos, uma verdadeira chacina ministerial – que despedaçou na mídia sete de seus auxiliares – e uma crise mundial que paralisou as economias centrais.

Ela era inexperiente, ia viver à sombra de Lula, não controlaria o PT, não eria capaz de manter unida sua base de apoio e, resumindo, do ponto de vista político, seria “um poste”.

E aí está Dilma Vana Rousseff com um índice de aprovação, ao final de seu primeiro ano de mandato, superior ao que tiveram todos os demais presidentes da República  desde que se restabeleceram as eleições diretas neste país.

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Certas comparações sobre Lula e Dilma misturam banana com laranja

21/12/2011

Época – Paulo Moreira Leite

Os respeitáveis índices de aprovação de Dilma Rousseff têm produzido uma análise política derivada.

Comparam-se os índices de aprovação de Dilma no primeiro ano de seu mandato com aqueles que Luiz Inácio Lula da Silva obteve na mesma fase de seu governo para se concluir que a criadora superou a criatura.

O cuidado para comparar o desempenho de presidentes na mesma fase do mandato tem, em sua origem, uma preocupação justa. O pressuposto é que o poder desgasta, os governos sempre decepcionam e, quanto mais tempo um presidente permanece no cargo, menores serão seus índices de aprovação.

Eu acho que, neste caso concreto, o risco de comparar banana com laranja é real. O problema é que o governo Lula não repetiu essa regra. O presidente que terminou o governo em 2010 encontrava-se num patamar muito superior ao que possuía em 2003. Não se desgastou. Cresceu.

No primeiro ano de seu primeiro mandato, Lula era um presidente de oposição que herdara um péssimo fim de governo de FHC. No final de 2002, a inflação chegara à casa dos dois dígitos, o desemprego estava em alta e, em nome de um esforço para ganhar a confiança dos mercados, o crescimento foi rebaixado.

O final do governo Lula foi uma unanimidade. Ele deixou o posto com 87% de aprovação, recorde mundial.

Dilma herdou o bom crescimento econômico, acentuado especialmente em 2010. Tomou posse como uma presidente de continuidade, colhendo os benefícios do fim do governo Lula.

O índice de aprovação pessoal de Dilma é de 72%. É altíssimo, sob qualquer critério. Mas ela enfrenta uma situação diversa. Enquanto
a herança que Lula recebeu jogava sua popularidade para baixo, a de Dilma empurrava para cima.


Avaliação positiva do governo Dilma aumenta, mostra pesquisa CNI/Ibope

18/12/2011

Correio do Brasil

Por Redação, com ABr – de Brasília

Cresce 5% o percentual de aprovação do governo da presidenta Dilma Rousseff (foto)

O percentual de entrevistados que avaliam o governo Dilma Rousseff como ótimo ou bom aumentou de 51%, em setembro, para 56%, em dezembro – mesmo índice registrado em março.

Para 32%, a gestão atual é regular, ante 34%, e 9% a consideram ruim ou péssima, ante 11%. Os dados fazem parte da pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope, divulgada hoje (15).

O levantamento indica que as denúncias de corrupção envolvendo ministros do governo não prejudicaram a avaliação da população. De acordo com a pesquisa, 28% dos entrevistados se lembram de alguma notícia sobre corrupção na atual gestão.

As expectativas positivas (ótima ou boa) em relação ao resto do mandato também melhoraram, de 56%, em setembro, para 59%, em dezembro. O índice dos que acreditam que o restante do governo será regular diminuiu de 26% para 24% e o dos que esperam que será ruim ou péssimo caiu de 11% para 10%.

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Pesquisa mostra que brasileiros usam a internet para se informar sobre política

09/09/2011

Correio do Brasil

Por Redação – de São Paulo

internet

Pesquisa do Instituto Ibope, divulgada nesta quinta-feira, mostra que a internet se transforma, rapidamente, no maior veículo de comunicação do país, depois da TV, na área política. Em 2000 eram 4,9 milhões os internautas no Brasil. Em 2010 foram 34,8 milhões. Em 2000 em média os internautas acessavam sete horas por mês. Em 2010, em média, foram 32 horas por mês.  Em 2010, 31% dos domicílios que tinham acesso àinternet: 36% no Sudeste e 11% no Nordeste, sendo 90% na classe A, 24% na C e 3% na D/E.

Vinte e cinco por cento dos brasileiros acima de 10 anos acessam a internet todos os dias. Destes, 38% para se comunicar. 32% enviam\recebem e-mails. 30% mandam\recebem mensagens instantâneas. Já 28% participam de redes sociais e 18% leem jornais e revistas, enquanto 11% buscam informações sobre governo e 6% interagem com governo. Até agora, 6% usam Twitter e 3% têm blogs (respostas múltiplas). Dos internautas 86% acessam redes sociais (ou seja, 20% dos brasileiros de mais de 10 anos).

Nas eleições de 2010, a TV foi a principal fonte de informação para 72% dos eleitores. Internet vem em segundo com 12% (sendo 33% entre quem tem nível superior, 29% com renda acima de 5 salários mínimos, e 21% entre 16 e 24 anos). Depois vem o rádio com 4%, jornais 3%, conversas com amigos 2%. São 28% (em 2009 eram 24%), os que acessam a internet diariamente, sendo 32% entre 16 e 24 anos, 47% os de nível superior e 66% em cidades com mais de 100 mil habitantes.

Entre os internautas a disputa entre Dilma, Serra e Marina foi mais acirrada durante a campanha sendo que em grande parte do segundo turno, Serra esteve na frente, e Dilma recuperou no final, quando a diferença foi a mesma do total. Nas buscas pelo Google, durante a campanha eleitoral, o nome de Dilma era mais associado a temas polêmicos ou negativos que Serra (em segundo), e Marina (em terceiro com mínimas citações negativas). A ascensão de Marina, na parte final da eleição, se deveu exclusivamente ao voto evangélico. Entre os evangélicos Marina empatou com Serra.


Blogs são fonte de informação para 28% dos brasileiros, diz pesquisa

23/08/2011

Blog Os Amigos Do Presidente Lula

Pesquisa CNT/Sensus sobre popularidade do governo apura pela primeira vez o peso da blogosfera como fonte de informação. Dos entrevistados, 16% dizem recorrer a blogs de notícias “sempre” e 12%, “às vezes”. “Números são muito expressivos”, diz analista. Quase 20% da população pretende ter acesso à internet em até 12 meses.
Os blogs de notícias são uma fonte de informação permanente para 16% dos brasileiros, cerca de 21 milhões dos 135 milhões de eleitores que estavam aptos a votar na eleição do ano passado. Outros 12% da população recorrem à blogosfera “às vezes”, o equivalente a 16 milhões de eleitores.
Os dados fazem parte de uma pesquisa periódica sobre a popularidade do governo feita pelo instituto Sensus a pedido da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). A mais recente edição foi divulgada na última terça-feira (16/08). Foi a primeira vez que o levantamento tentou descobrir os hábitos dos brasileiros na internet.
“A blogosfera tem sido crescentemente uma fonte de informação. Vinte milhões de eleitores usando a internet para se informar sempre é muita coisa”, disse à Carta Maior o diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes. “Eu, por exemplo, aposentei o jornal escrito.”

O poder da blogosfera cresce e preocupa

20/08/2011

Por Altamiro Borges

 

Na sessão de ontem (19) do Tribunal Superior Eleitoral, a ministra Carmem Lúcia mostrou-se preocupada com o crescimento das redes sociais no país. Ela chegou a afirmar que a internet é “uma praça virtual que pode depor governos”. Vice-presidente do TSE, ela garantiu que o acompanhamento das redes sociais será um dos principais desafios do órgão nas eleições municipais de 2012.

O pronunciamento da ministra, que presidirá o TSE no próximo ano, confirma que a internet passou a incomodar as estruturas de poder. Alguns setores inclusive já pregam maiores restrições à liberdade na rede. O deputado tucano Eduardo Azeredo é autor de um projeto que aumenta o controle e a vigilância na internet – já batizado de AI-5 Digital. Na sua fala, a ministra do TSE enfatizou que nenhuma medida nesta área pode “comprometer a liberdade de expressão”. Mesmo assim, é bom ficar esperto!

21 milhões recorrem aos blogs

Os sinais do aumento da influência da internet no Brasil são patentes. Nesta semana, foram divulgados os números da sondagem CNT/Sensus sobre a popularidade do governo. Pela primeira vez, a pesquisa apurou também o peso da blogosfera como fonte de informação. Dos entrevistados, 16% disseram recorrer “sempre” aos blogs de notícias – cerca de 21 milhões de brasileiros; e 12% disseram recorrer “às vezes” – cerca de 16 milhões. Outros 19% disseram que pretendem ter acesso à internet em até 12 meses.

“Os números são muito expressivos… A blogosfera tem sido crescentemente uma fonte de informação. Vinte milhões de eleitores usando a internet para se informar sempre é muita coisa”, garantiu ao sítio Carta Maior o diretor da Sensus, Ricardo Guedes. “Eu, por exemplo, aposentei o jornal escrito”.

A pesquisa também apurou a penetração das três redes sociais mais populares no país. Entre os consultados, 27% declararam que têm Orkut; 15%, que têm Facebook; e 8%, Twitter. Ainda de acordo com a pesquisa, 25% dos brasileiros (33 milhões de eleitores) dizem usar a internet “diariamente”, enquanto 10% utilizam “alguns dias por semana”.


Dilma é mais popular que seu governo

16/08/2011

Da Redação da Carta Capital

A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de anúncio da expansão da Rede Federal de Educação Superior e Profissional e Tecnológica, no Palácio do Planalto. Foto: Agência Brasil

Passados mais de sete meses desde a posse, a presidenta Dilma Rousseff possui hoje mais apoio popular do que o seu próprio governo. É o que revela a pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira. O levantamento apontou que menos da metade da população avalia positivamente a administração petista (49,2%), enquanto 9,8% o consideram ruim ou o péssimo.

A mesma pesquisa apontou, no entanto, que o desempenho pessoal da presidenta nesse início de governo é aprovado por 70,2% das pessoas.

Na semana passada, uma outra pesquisa, a CNI/Ibope, apontou que a maneira como a presidenta Dilma administra o País era aprovada por cerca de dois terços dos brasileiros (67%) dos brasileiros – seis pontos percentuais a menos do que a aprovação registrada em março.

O levantamento da Confederação Nacional dos Transportes foi feito entre os dias 7 e 12 deste mês e contou com 2.000 entrevistados em todo o país.

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