Globo continua campanha contra Brizola Neto no Ministério do Trabalho. Logo, ele é o melhor nome

30/04/2012

Blog do Mello

A presidenta Dilma deve anunciar agora pela manhã o nome do novo ministro do Trabalho. Uma lista com três nomes do PDT será levada à presidenta, entre eles o do deputado federal e nosso colega na blogosfera Brizola Neto.

O jornal O Globo vem fazendo campanha contra Brizola Neto há tempos. Merval, o Imortal, Pereira dedicou duas de suas colunas para atacar o neto do homem que levou Roberto Marinho e as Organizações Globo a moverem mundos e fundos para impedi-lo de chegar à presidência do Brasil, Leonel Brizola.

Os ataques de Merval foram devidamente respondidos pelo Tijolaçoaqui e aqui.

Numa dessas respostas é reproduzido um comentário sobre Merval (e também sobre Ali Kamel), feito por Paulo Nogueira, ex-diretor editorial da Editora Globo:

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Opinião pública, o que é?

27/04/2012

Por Mino Carta na Carta Capital

Confusões. O Estadão acredita que seu sonho de vê-los brigar é verdade. Foto: Pedro Ladeira/Frame/Ag. O Globo

Pergunto aos meus reflexivos botões qual seria no Brasil o significado de opinião pública. Logo garantem que não se chama Merval Pereira, ou Dora Kramer, ou Miriam Leitão. Etc. etc. São inúmeros os jornalistas nativos que falam em nome dela, a qual, no entanto, não deixa de ser misteriosa entidade, ou nem tão misteriosa, segundo os botões.

A questão se reveste de extraordinária complexidade. Até que ponto é pública a opinião de quem lê os editorialões, ou confia nas elucubrações de Veja? Digo, algo representativo do pensamento médio da nação em peso? Ocorre-me recordar Edmar Bacha, quando definia o País -como Belíndia, pouco de Bélgica, muito de Índia. À época, houve quem louvasse a inteligência do economista. Ao revisitá-la hoje, sinto a definição equivocada.

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As “mervalices” de Merval para blindar Marconi “Perigo”

13/04/2012

Por Eduardo Guimarães no Blog da Cidadania

Qualquer cidadão respeitável, honesto e interessado no bem comum da sociedade deve se indignar com o que certos veículos de comunicação estão fazendo em favor de legítimos criminosos. A parcela da mídia que age como partido político enquanto jura ao seu público que é “isenta” tenta acobertar políticos envolvidos em corrupção e também transferir a culpa deles para os seus adversários políticos.

Serei mais específico: o colunista de O Globo Merval Pereira – e devem existir outros, desse e de outros veículos – está faltando com a verdade para com o público a fim de blindar o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), no âmbito das descobertas da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que prendeu dezenas de membros de uma quadrilha liderada pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira que explorava jogatina ilegal naquele Estado.

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Tucano Merval aposenta Serra na Prefeitura de SP

15/02/2012

Brasil247

Tucano Merval aposenta Serra na Prefeitura de SPFoto: Pedro Cisalpino_divulgação

VOCALIZANDO AÉCIO NEVES, MERVAL PEREIRA, EM O GLOBO, DEFENDE QUE EX-GOVERNADOR PAULISTA ACEITE “ENCERRAR SUA CARREIRA COMO PREFEITO DA MAIOR CIDADE DO PAÍS, ADMINISTRANDO O TERCEIRO ORÇAMENTO”; ELE QUER QUE “PEÃO ESTRATÉGICO” SERRA SE LANCE A PREFEITO DECLARANDO APOIO A AÉCIO 2014; PEÃO? ASSIM MAGOA…

Marco Damiani _247 – As posições estão aclaradas no PSDB. Em O Globo, sob o título Guizo no gato, o colunista Merval Pereira vocaliza, hoje, os desejos da ala que vê no ex-governador Aécio Neves o candidato do partido a presidente em 2014. Um contingente que não apenas contas as horas, ansioso, até que o ex-governador José Serra se torne o candidato do partido a prefeito de São Paulo, mas também exige, desde já, que ele cumpra o mandato até o fim. Serra, nas palavras de Merval, tem de “se convencer de que seu sonho de disputar a Presidência pela terceira vez não passa disso, e cair na realidade”. Para o colunista, que não tem ficha de filiação assinada no PSDB, mas cujo endereço editorial é procurado pelos tucanos para orientação, o partido “já se definiu pela busca de alternativa nova representada pelo senador mineiro Aécio Neves”. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, pode não ter gostado deste trecho, mas a parte em que Merval outra vez empurra Serra para aceitar a candidatura lhe convém. “Reassumindo os contatos para uma futura candidatura, Serra volta a ser peão importante para a estratégia tucana em São Paulo e no país”. Serra: peão! Merval assegura que a expectativa dos tucanos quanto ao ex-governador paulista tem “horizonte limitado: Prefeitura de São Paulo, e não Presidência”.

Para que não fique dúvida sobre o que o oráculo quis dizer, o fecho contém uma ideia que, efetivamente, talvez jamais tenha passado pela cabeça de José Serra, mas que Merval julga importante ele considerar. “Serra terá de convencer o seu eleitorado de que sua opção pela prefeitura é definitiva, e nada melhor para isso do que, ao anunciar sua candidatura, anunciar também o apoio à Aécio Neves à Presidência”. Combinado, Serra?


A conexão Minas-São Paulo-Paris

08/02/2012

Blog  Tijolaço por Fernando Brito

Caro leitor, os tucanos são mesmo o centro do mundo. Não é uma glória?

Saibam que o embrulho em que está metida a espécie é assunto nos cafés de Paris, a crermos no que escreve hoje o mais ilustre membro de sua intelectualidade, o acadêmico Merval Pereira, no Le Monde, digo, no Le Globe .

“Nos últimos dias, cresceu a boataria, ouvida até aqui em Paris, em torno de uma possível tendência de Aécio de não concorrer à Presidência em 2014, retornando a seu estado na qualidade novamente de candidato a governador, para reorganizar suas forças e disputar em 2018″

Voilá! Quer dizer então que nem o apoio explícito do Barão de HigienópolisFernando Henrique Cardoso, faz o senador Aécio Neves animar-se a disputar a eleição contra o candidato de um governo incapaz, que desperdiça o tempo, que desindustrializa o país e é dirigido por “um poste” político?

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O que move o partido-imprensa

08/01/2012


Carta Maior 

Merval Pereira, Miriam Leitão, Sardenberg, Eliane Catanhede, Dora Kramer e outros mais necessitam ser analisados pelo que são: intelectuais orgânicos do totalitarismo financeiro. O conteúdo de suas colunas representa a tradução ideológica dos interesses do capital financeiro.

Gilson Caroni Filho

A leitura diária dos jornais pode ser um interessante exercício de sociologia política se tomarmos os conteúdos dos editoriais e das principais colunas pelo que de fato são: a tradução ideológica dos interesses do capital financeiro, a partitura das prioridades do mercado. O que lemos é a propagação, através dos principais órgãos de imprensa, das políticas neoliberais recomendadas pelas grandes organizações econômicas internacionais que usam e abusam do crédito, das estatísticas e da autoridade que ainda lhes resta: o Banco Mundial (BIrd), o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Organização Mundial do Comércio (OMC). É a eles, além das simplificações elaboradas pelas agências de classificação de risco, que prestam vassalagem as editorias de política e economia da grande mídia corporativa.

Claramente partidarizado, o jornalismo brasileiro pratica a legitimação adulatória de uma nova ditadura, onde a política não deve ser nada além do palco de um pseudo-debate entre partidos que exageram a dimensão das pequenas diferenças que os distinguem para melhor dissimular a enormidade das proibições e submissões que os une. É neste contexto, que visa à produção do desencanto político-eleitoral, que deve ser visto o exercício da desqualificação dos atores políticos e do Estado. Até 2002, era fina a sintonia entre essa prática editorial e o consórcio encastelado nas estruturas de poder. O discurso “modernizante” pretendia – e ainda pretende – substituir o “arcaísmo” do fazer político pela “eficiência” do economicamente correto. Mas qual o perigo do Estado para o partido-imprensa? Em que ele ameaça suas formulações programáticas e seus interesses econômicos?

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Merval Pereira é uma ficção da Globo

20/12/2011

Brasil247

TALVEZ POR DOR DE COTOVELO, O TEDIOSO COMENTARISTA DA TV GLOBO DIZ QUE O LIVRO DE AMAURY RIBEIRO JR “É UM SUCESSO DE PROPAGANDA POLÍTICA DO CHAMADO MARKETING VIRAL”. A INVEJA REALMENTE É UMA MERDA!

Merval Pereira, o novo imortal (ou será imoral?) da Academia Brasileira de Letras, demorou a escrever sobre o livro “A privataria tucana”. Quando resolveu fazê-lo, o serviçal da Rede Globo esbanjou ressentimento e ingratidão. Na sua posse na ABL, ele mesmo havia elogiado o jornalista Amaury Ribeiro, jactando-se de tê-lo “dirigido” numa reportagem em 1999 que ganhou o Prêmio Esso.

No artigo desde domingo “A ficção do Amaury”, no jornal O Globo, ele usa os mesmos argumentos dos privatas tucanos para desqualificar o premiado “amigo” de redação. Afirma que Amaury Ribeiro “foi indiciado pela PF por quatro crimes”, apoiou Dilma e que “o livro faz parte da sua atividade como propagandista da campanha petista e, evidentemente, tem pouca credibilidade na origem”.

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