Corte de verbas de Serra para o Tietê aumenta risco de enchentes em SP, diz PT

20/01/2011

Rede Brasil Atual

Estudo da bancada do partido na Assembleia Legislativa mostra que gestão do ex-governador pode ser a principal causa dos transtornos pela chuva na cidade

Por: Fábio M. Michel e João Peres

Publicado em 19/01/2011, 16:10

Última atualização às 18:54

São Paulo – A principal causa das enchentes que deixaram vários bairros da zona leste de São Paulo alagados por várias semanas consecutivas em 2010 pode ter sido negligência por parte do governo de José Serra (PSDB). Esta é a conclusão de um estudo da liderança do PT na Assembleia Legislativa paulista (Alesp), que mostra que o então governador do estado promoveu um drástico corte de verbas para o desassoreamento do Rio Tietê, apesar de o orçamento do estado prever recursos para as obras.

Segundo o estudo, entre 2007 e 2010 o Orçamento previa um investimento de R$ 320 milhões em serviços e obras no Alto Tietê, mas apenas R$ 280 milhões foram liquidados. Apesar do ritmo rápido de execução na reta final do governo, no ano passado, as obras de infraestrutura de saneamento e combate às enchentes receberam R$ 47 milhões a menos que o previsto ao longo dos quatro anos. Em 2009 foram reservados R$ 188 milhões para a limpeza da chamada calha do rio Tietê – o que retira a grande quantidade de terra, areia, pedras e lixo do leito do rio, garantindo a manutenção da profundidade do curso d’água. No entanto, apenas R$ 44 milhões foram efetivamente aplicados nos trabalhos.

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Para quem não teve governo por 500 anos, 4 anos para ter um sistema de prevenção de catástrofes de 1o. mundo é muito?

19/01/2011

Blog Os Amigos Do Presidente Lula

Quase todos os noticiários soltaram uma notícia boa: o governo federal anunciou a criação do Sistema Nacional de Prevenção e Alerta de Desastres Naturais.

Mais abaixo veremos que o PIG (partido da imprensa golpista) tentou transformar a boa notícia em notícia ruim.

Detalhe: o anúncio deste sistema de Prevenção e Alerta havia sido feito no dia 8 de janeiro (portanto antes da catástrofe das chuvas) como prioridade pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e uma das primeiras medidas de seu ministério.

A montagem do sistema envolve a cobertura nacional de todas as áreas sujeitas a desastres com radares metereológicos e pluviômetros, e procedimentos de alerta e até mesmo de evacuação da população sujeita a ser atingida por uma inundação, por exemplo.

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Chove acima da média. Mas que média é essa?

19/01/2011

Blog do Sakamoto

Prestem atenção nessas duas frases que aparecem com frequência na mídia:

– Especialistas afirmam que, nas duas primeiras semanas de janeiro, já choveu mais do que a média do mês nos últimos anos.

– Aqui, no Carnaval de Olinda, a festa não tem hora para acabar.

O que há de comum entre elas? Bem, não muito além do fato de que são figurinhas que se repetem com impressionante regularidade. Para o repórter que transmite a folia pernambucana, a frase, quase um mantra da alegria, é indolor. Já a outra carrega, em seu bojo, duas tristezas: a consequência do aguaceiro em si e a responsabilização da natureza por algo que a ação humana poderia certamente minimizar. Se choveu mais do que deveria, fica a impressão de que não daria para fazer nada, não é? Bem, isso se, há muitos anos, já não fosse típico a realidade de chuvas atípicas em certas regiões do país.

Uma ironia que circula em redações nesses dias aquáticos é que, se todo o ano chove mais do que a média, alguém esqueceu de corrigir a média.

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O drama é de todos. A responsabilidade também.

19/01/2011

Eason Nascimento

O excesso de chuvas sempre tem causado no Brasil muita  destruição e morte.  A história registra a ocorrência de verdadeiros desastres ambientais no nosso território nos últimos anos. Os números diferem mas o sofrimento e a dor são os mesmos. No estado do Rio de Janeiro, em 1966 foram mais de 100 mortes. Em 1988, 350 perderam a vida. Em 1996 mais de 200 morreram na capital carioca.

Santa Catarina também passou pelo mesmo dilema e mais de 200 perderam a vida e 100 mil pessoas ficaram ilhadas em 2008. Dez cidades foram atingidas sendo Blumenau a que mais sofreu.

No ano passado foi a vez do nordeste.  As chuvas fizeram transbordar os principais rios  na Zona da Mata em Pernambuco e em Alagoas, gerando milhares de desabrigados. Até hoje se percebe claramente os sinais da devastação, em Palmares, Barreiros, Água Preta e Cortês, dentre outras cidades atingidas, que enfrentam a dura tarefa da reconstrução. A vida perdida infelizmente não é passível de ser reconstruída.

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As tragédias, a nova mídia e a incompetência governamental

18/01/2011

Blog Vi O Mundo – Luiz Carlos Azenha

Descobri na internet que houve, em 1967, uma tragédia tão grave quanto a que afeta a região serrana do Rio de Janeiro.

Na mídia, o G1 parece ter notado. O Diário do Vale também fez uma reportagem. Mas eu vi primeiro, mesmo, foi no blog do Paulinho.

Foi na serra das Araras, no Rio de Janeiro, mas atingiu também Caraguatatuba, no litoral paulista.

Os detalhes dependem das pessoas que testemunharam, já que aparentemente não há estatísticas confiáveis. Houve muita chuva e desmoronamentos. O número de mortos é estimado, já que muitos nem mesmo foram resgatados.

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Boff: O preço de não escutar a natureza

18/01/2011

Blog Vi O Mundo de Luiz Carlos Azenha

por Leonardo Boff

O cataclisma ambiental, social e humano que se abateu sobre as três cidades serranas do Estado do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, na segunda semana de janeiro, com centenas de mortos, destruição de regiões inteiras e um incomensurável sofrimento dos que perderam familiares, casas e todos os haveres tem como causa mais imediata as chuvas torrenciais, próprias do verão, a configuração geofísica das montanhas, com pouca capa de solo sobre o qual cresce exuberante floresta subtropical, assentada sobre  imensas rochas lisas que por causa da infiltração das águas e o peso da vegetação provocam  frequentemente deslizamentos fatais.

Culpam-se pessoas que ocuparam áreas de risco, incriminam-se políticos corruptos que destribuíram terrenos perigosos a pobres, critica-se o poder público que se mostrou leniente e não fez obras de prevenção, por não serem visíveis e não angariarem votos. Nisso tudo há muita verdade. Mas nisso não reside a causa principal desta tragédia avassaladora.

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Burburinho: O Globo faz Teresópolis brigar com a Cruz Vermelha

17/01/2011

Blog Vi O Mundo – Luiz Carlos Azenha

por Stanley Burburinho

1 – O jornal O Globo publicou na sua versão online matéria, com chamada em letras garrafais fazendo suposta denúncia de que a Cruz Vermelha de Teresópolis estaria sendo  impedida de trabalhar no socorro a vítimas pela prefeitura local. O Prefeito de Teresópolis, Jorge Mário é do PT:

“Publicada em 17/01/2011 às 10h48m”

Cruz Vermelha de Teresópolis diz que está impedida de trabalhar no socorro a vítimas pela prefeitura local

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