O boquirroto Bolsonaro

24/11/2011

Blog do Nassif

Do Yahoo Notícias

O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) voltou a causar polêmica.

Ao criticar as políticas pró-homossexuais do governo, ele questionou a sexualidade da presidenta da República, Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (24). “Dilma Rousseff, pare de mentir! osta de homossexual, assuma! Se o seu negócio é amor com homossexual, assuma, mas não deixe que essa covardia entre nas escolas do primeiro grau!”, esbravejou na tribuna, ao falar do kit anti-homofobia (campanha desenvolvida pelo MEC para combater o preconceito contra homossexuais nas escolas).

Em seguida, o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) reprovou a postura do colega. “O que nós ouvimos aqui hoje foi um discurso que, se entendi direito, faltou com o decoro parlamentar ao fazer insinuações a respeito da própria presidente da República, quando acho que a opção sexual de qualquer ser humano, deputado, é uma questão de foro íntimo”.

Em entrevista ao “Terra Magazine”, Bolsonaro negou ter questionado a sexualidade de Dilma e culpou a “língua portuguesa” pela interpretação da frase. “No meu discurso de hoje, perguntei se ela estava mentindo e pedi que ela explicasse sua relação com os homossexuais. A nossa língua portuguesa permite um montão de interpretação.

Eu não chamei a Dilma de homossexual. Eu posso até pensar o quiser contra ela, mas não vou desqualificar o nível da importância do que está sendo tratado aqui”, disse.

Jair Bolsonaro questiona sexualidade da presidenta Dilma Rousseff


Filho de Bolsonaro é pior do que o pai?

30/06/2011
Reproduzo artigo de Altamiro Borges, publicado no seu Blog do Miro

Em reunião nesta quarta-feira (29), os “nobres” deputados que integram o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Federal votaram pela não abertura de um processo disciplinar contra Jair Bolsonaro (PP-RJ). Por 10 votos a sete, a representação foi arquivada e o processo, encerrado. O deputado poderá continuar destilando seu ódio e preconceito com total impunidade!Movido pelo PSOL, o processo se baseava em três denúncias contra Bolsonaro.
Ofensa à senadora Marinor Brito, em 12 de maio, durante debate sobre o projeto de lei 122, que criminaliza a homofobia; distribuição de panfleto com informações “difamatórias e injuriantes” sobre o kit anti-homofobia; e ataques racistas à cantora Preta Gil, feitas no programa CQC, da TV Bandeirantes. Filho da fascista, fascistinha éPara Sérgio Brito (PSC-BA), relator do caso, Bolsonaro violou o código de ética da casa. “O abuso da prerrogativa da imunidade parlamentar constitui ato incompatível com o decoro parlamentar”. Já Jean Wyllys (PSOL-RJ) fustigou. “Sou homossexual com h maiúsculo de homem, mais homem que o senhor que fugiu da acusação de racismo porque racismo é crime e se refugiou na homofobia”.

Apesar dos argumentos favoráveis à condenação, a maioria do Conselho de Ética e Decoro preferiu inocentar Bolsonaro sob a desculpa do direito “à liberdade de expressão”. Logo na sequência, o seu filho, Carlos Bolsonaro, que é vereador no Rio Janeiro, comemorou a absolvição do pai destilando os piores preconceitos. “Chuuuuupa Viadada”, disparou em seu twitter.

Quando das agressões racistas à cantora Preta Gil, o deputado afirmou que o seu filho não se apaixonaria por uma negra “porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram num ambiente como lamentavelmente é o teu”. De educação familiar, Jair Bolsonaro parece que entende. Filho de fascista, fascistinha é.


Bolsonaro e a senadora heterofóbica

13/05/2011

Do Blog do Nassif

Do Terra

Chamada de ‘heterofóbica’, senadora representa contra Bolsonaro

 Márcia Kalume/Agência Senado

Senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) discutem durante reunião na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Foto: Márcia Kalume/Agência Senado

A senadora Marinor Brito (Psol-PA) entrou com representação na Procuradoria do Senado pela instauração de processo disciplinar contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) na noite de quinta-feira, após acalorada discussão com o parlamentar na saída da reunião da Comissão de Direitos Humanos. A senadora Marta Suplicy (PT-SP) concedia entrevista quando Marinor se irritou com Bolsonaro, que exibia para as câmeras panfletos que acusavam o governo de estimular a homossexualidade nas escolas.

A assessoria da senadora informou ao Terra que uma ação penal na Justiça por injúria e danos morais deve ser movida ainda na semana que vem, mas que o advogado de Marinor ainda está “ultimando os estudos para tomar todas as ações jurídicas cabíveis” contra Bolsonaro, que, ao ser chamado de homofóbico por Marinor, rebateu dizendo que a senadora paraense era “heterofóbica”.

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E aí, Jobim, vai responder a Bolsonaro?

05/05/2011

Do Blog Tijolaço, de Brizola Neto

À medida em que vai se tornando iminente a votação do projeto que institui a Comissão da Verdade, as reações da direita feroz vão se tornar mais agudas, porque sabem que será exposto à nação o conjunto de monstruosidades que se praticou nos porões da ditadura. Por isso, não é de surpreender que o Deputado Jair Bolsonaro, que escapou há pouco – infelizmente – e ser punido pelo flagrante crime de racismo que cometeu contra a apresentadora Preta Gil – hoje “mandou bala” em cima do Ministro Nélson Jobim, que nem é alguém de minha simpatia. Venal, crápula e outras coisinhas mais são os adjetivos que Bolsonaro usou contra Jobim, talvez porque este, finalmente, tenha se vergado à decisão do Governo de instalar a comissão.

Bolsonaro contou uma história, atribuindo-a ao índio Marcos Terena, de que ele teria conhecido o presidente durante uma viagem para “buscar dinheiro para o PT” e que, nela,  teria sido levado à presença de Khaddafi.  Acho meio sem pé nem cabeça, mas que respondam, se de fato Terena disse isso.

Mas chamo a atenção aos termos em que Bolsonaro se dirige a Nélson Jobim. Eu, que o critiquei e critico muitas vezes, sobretudo por sua resistência ao voto impresso como forma de auditar o eletrônico, jamais me referia a ele em termos nem sequer próximos ao que Bolsonaro faz, como voc~e pode ver no video acima e ler, transcrito, abaixo:

“Ministro Jobim, eu não sei com que interesse V.Exa. está apoiando essa Comissão. Se tem um interesse escuso, com toda certeza só pode ser isso. Se és venal, se és um inocente ou se és um crápula. Se encaixe no adjetivo que bem entender. Esse tua Comissão, que V.Exa. apoia, apurará isso daqui, que eu quero que a Comissão também apure a grana recebida por Fidel Castro para financiar luta armada no Brasil. Porque uma Comissão para apurar só o que interessa para vocês, para depois colocar essas mentiras, essas patifarias nos currículos escolares, aí não vale. Então, Ministro Jobim, vê se toma vergonha na cara, Ministro, e fala a verdade sobre quais são seus interesses por debaixo do pano sobre essa Comissão.”

E aí, Senhor Ministro, o senhor vai responder a isso?


Trollagem do bem

16/04/2011

Por Cynara Menezes na Carta Capital

A entrevista do deputado federal Jair Bolsonaro ao programa CQC, da rede Bandeirantes, em que ataca a cantora Preta Gil com insultos racistas, colocou a internet em polvorosa. Bolsonaro, assumidamente homofóbico, diz agora, na defesa da representação movida contra ele, ter confundido a palavra “negro” com “gay” na pergunta feita por Preta: “Se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?” Um subterfúgio do parlamentar, que não tem a menor vergonha de discriminar o próximo – desde que não seja crime e não corra o risco de ser preso.

A discussão sobre o preconceito magnetiza as redes sociais. Na campanha eleitoral, os ataques aos nordestinos teve um eficiente contra-ataque no twitter e foi parar nos jornais. Em seguida, a agressão a rapazes gays na avenida Paulista detonou na rede a campanha contra a homofobia. Com Bolsonaro, vieram o racismo e o preconceito contra os gays ao mesmo tempo, catalisando as opiniões e transformando o twitter numa passeata online de ativismo e “trollagem” – mensagens discordantes, irônicas, gozadoras e até agressivas, que o cidadão comum envia a figuras públicas que utilizam o microblog.

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Entre o Brasil de Bolsonaro e o Brasil do Volei Futuro: de que lado você quer estar?

10/04/2011

Do Blog Maria Fro

Três imagens para você pensar um pouco:

Em Jaru, na madrugada de sexta-feira ‘grupo de seis rapazes sai da lanchonete, todos armados com pedaços de balaústra e cercam a vítima Alessandro Oliveira da Silva de 20 anos. Neste momento Alessandro arranca uma placa de sinalização das margens da perimetral e tenta se defender dos golpes dos agressores, mas após ser atingido por diversas pauladas, sai correndo sendo perseguido pelo bando que o alcança e o derruba ao chão. Uma mulher que provavelmente faz parte do grupo o tempo todo incentiva os agressores. No vídeo é possível escutar o som das pauladas que a vítima recebe, todas são direcionadas em sua cabeça. Alessandro grita e pede para que eles parem de lhe bater, mas em vão. Os agressores só param com a chegada do irmão de Alessandro, que heroicamente enfrenta o grupo e os espanta do local.”

Fonte:Jaru Online

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São Paulo me mata de vergonha

10/04/2011
Reproduzo artigo de Eduardo Guimarães em seu Blog da Cidadania

Ser a única grande cidade brasileira a fazer um ato público de apoio aos delírios nazifascistas do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) era só o que faltava para terminar de envergonhar São Paulo diante do país depois de chocá-lo com os reiterados ataques a homossexuais na avenida Paulista, com a segunda pior educação pública do país e com uma polícia que ganha salários piores do que os pagos no Piauí apesar de esta ser a cidade mais rica do Brasil.

Nem no Rio de Janeiro, base eleitoral de Bolsonaro, os degenerados que apóiam suas idéias criminosas tiveram coragem de sair à luz do sol para defendê-lo. Em São Paulo, demonstrando que a burrice paulistana não se resume a escolher os piores governantes locais do país, dezenas de bolsonarinhos foram ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista, para defender seu ídolo e pregar ódio e intolerância.

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